Bienal 2014: o que restou dela

Esta postagem é sobre a Bienal 2014 de São Paulo, ou melhor, o que restou dela. O gigantesco edifício do Niemeyer, este ano, abrigou uma série de trabalhos pobres, cheios de agressividade, crítica e superficialidade. No entanto, no meio de uma Bienal com tão poucas obras de arte, encontrei momentos de respiro com as obras do polonês Edward Krasinski e dos brasileiros Éder de Oliveira e Romy Pocztaruk, que fizeram valer a pena a visita. Hoje, apresento a vocês a seleção das melhores obras expostas feita pelo Cota Zero:

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 This post is about the 2014 Biennial of São Paulo, or rather what‘s left of it. The gigantic building Niemeyer, this year, took a series of full of aggression, shallowness and poor critical work. However, in the middle of a Biennial with so few works of art, I found my moments of respite with the works of Edward Krasinski Polish and Brazilians Eder de Oliveira and Romy Pocztaruk, who made the visit worthwhile. Today, I present to you a selection of the best works made ​​by Cota Zero:
Fotos/Pictures: Maria Alice Carvalho

Teresa Lanceta

A Última Aventura, de Romy Pocztaruk

Violência, de Juan Carlos Romero

Imponderables, de Johanna Calle

Sobre Outros Mundos Que Estão Neste, de Tony Chakar

Spear e outros trabalhos, de Edward Krasinski

Edward Krasinski

Histórias de Apresndizagem, de Voluspa Jarpa

Dolorosa, de Carlos Pereyra

Éder de Oliveira

Mural e parede de vidro da Bienal

 

 

 

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