A relação íntima entre arte e arquitetura

Encontrei hoje, lendo um livro sobre arte que ganhei neste Natal, uma obra que relaciona esses três temas: arquitetura, arte, Japão e bambu. O capítulo trata sobre a obra de Hasegawa Tohaku (1539-1610) – Floresta de Pinheiros. O texto começa da seguinte forma:

” Na arquitetura tradicional japonesa, painéis dobráveis e portáteis chamados shoji eram usados para dividir os ambientes e bloquear as correntes de ar. Esse tipo de mobiliário se tornou popular durante o período Momoyama (1573-1592), quando os guerreiros construíam instituições budistas e pediam aos artistas que decorassem o interior. Os guerreiros (…) se tornaram os maiores mecenas da arte.”

“Os espaços vazios são uma característica importante da pintura com nanquim zen. Eles criam tensão na composição, estimulando a imaginação do espectador. O gosto pela simplicidade austera zen era compartilhado por um círculo de pessoas educadas que repudiavam a extravagante demonstração de riqueza dos líderes militares.”

Trecho do livro Tudo Sobre Arte, de Stephen Farthing.

Esse capítulo me chamou a atenção por tratar de temas como: profundidade, espaço, minimalismo e a relação íntima entre arte e arquitetura.

Abaixo, a bela obra do artista, Floresta de Pinheiros:

hasegawa_tohaku_pine_trees

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